⚠ DADOS DE TESTE — valores fictícios para pré-visualização.
Correr node build-series.js com as fontes reais antes de publicar.
As séries históricas não carregaram.
Falta o ficheiro series-historicas.js na raiz do site — gera-o com node build-series.js (instruções no topo do script) e volta a carregar a página.
Ponto de partida — modelos conhecidos
São pontos de partida, não recomendações: misturas com nome e historial públicos, descritas pelo que são. O 60/40 (60% acções, 40% obrigações) é há décadas a referência da indústria. Mexe nos cursores e a carteira passa a ser tua. Não sabes por onde começar? Responde a 7 perguntas e chega cá com uma mistura de partida.
A tua mistura
Soma: 100%
Condições
Valores em euros. O TER é o custo anual típico dos produtos que replicam estas classes — ajusta-o aos teus. Reforço entra no início de cada mês; rebalanceamento anual em Dezembro.
Valor final
—
Total investido
—
Ganho
—
—
Retorno anualizado
—
da estratégia, líquido de TER
Melhor ano
—
—
Pior ano
—
—
Queda máxima
—
do pico ao fundo
Valor da carteira
Total investido
Retorno da carteira, ano a ano
Valores nominais (a inflação não está descontada), antes de impostos. A queda máxima usa fins de mês — dentro do mês pode ter sido pior. Retornos passados não garantem retornos futuros.
O que isto é — e o que não é
É um simulador histórico: tu defines a mistura de classes de activos, e ele mostra como essa mistura se comportou desde 2000 — o crescimento e as quedas (rebentar da bolha dot-com, 2008, crise do euro, COVID, 2022).
Não é uma recomendação. Não te diz qual é "a carteira certa para o teu perfil", porque essa carteira mágica não existe — existe a tua tolerância real a ver o valor cair, e é isso que o historial te ajuda a calibrar. Não nomeia ETFs nem corretoras, não recebe comissões, e ninguém pode pagar para mudar o que os números dizem.
Milhares de empresas cotadas dos mercados desenvolvidos, ponderadas pela dimensão — os EUA dominam de longe o peso total, seguidos de Japão, Reino Unido e restante Europa. É o motor de crescimento da carteira e também a origem das grandes quedas.
Obrigações de governo da zona euro
Dívida pública da zona euro, representada pela taxa de referência a 10 anos do BCE e convertida em retornos pela aproximação padrão de duração. Historicamente amortece as quedas das acções — mas não é isenta de risco: 2022 provou que as obrigações também caem, e com força.
Imobiliário cotado (REITs, EUA)
Empresas cotadas que vivem de rendas — escritórios, centros comerciais, armazéns, data centers. A série cobre os EUA, que representam a maior fatia do imobiliário cotado mundial. Comporta-se entre as acções e o imobiliário directo: rendas estáveis, cotações voláteis.
Mercado monetário (liquidez)
O rendimento de estacionar dinheiro a taxas de curto prazo em euros (Euribor a 3 meses). Quase não cai — e quase não cresce. Entre 2015 e 2022 rendeu menos de zero.
De onde vêm os números
Método: retornos totais mensais (rendimentos reinvestidos), em euros e sem cobertura cambial — as classes em dólares são convertidas mês a mês ao câmbio de referência do BCE. Rebalanceamento anual no fim de Dezembro. O reforço mensal entra no início de cada mês, repartido pelos pesos-alvo. O TER é descontado mensalmente.
Perguntas frequentes
Este simulador recomenda onde devo investir?
+
Não. O simulador mostra como diferentes misturas de classes de activos — que tu próprio defines — se comportaram no passado, com dados públicos e fontes citadas. Não recomenda produtos, não sugere a "carteira ideal" e não recebe comissões de ninguém. É informação histórica, não consultoria para investimento.
Que dados usa o simulador?
+
Séries mensais de 2000 a 2025, convertidas para euros: acções de mercados desenvolvidos (Kenneth French Data Library), obrigações de governo da zona euro (taxa de referência a 10 anos, BCE), imobiliário cotado dos EUA (FTSE Nareit All Equity REITs) e mercado monetário (Euribor a 3 meses, BCE). Rendimentos reinvestidos, sem cobertura cambial.
O retorno passado garante o retorno futuro?
+
Não — e ninguém te pode garantir o contrário. O passado mostra a ordem de grandeza dos retornos e, sobretudo, das quedas que cada mistura atravessou. Serve para calibrar expectativas e tolerância ao risco, não para prever o ano que vem.
Porque é que não aparecem ETFs ou fundos concretos?
+
Porque escolher produtos é uma decisão tua, e porque nomear produtos abriria a porta a comissões e conflitos de interesse — exactamente o que este site não faz. O simulador trabalha ao nível das classes de activos; para a execução prática, vê o guia Como Começar a Investir.
Os cálculos incluem impostos e inflação?
+
Não. Os valores são antes de impostos (em Portugal, as mais-valias de fundos e ETFs estrangeiros são, em regra, tributadas a 28% no resgate) e em euros nominais — a inflação não está descontada. O custo anual dos produtos (TER) é o único custo simulado, e podes ajustá-lo.